quinta-feira, setembro 13, 2018

ESCOLHAS


Num número antigo da revista Estante (FNAC), leio uma notícia curiosa: um júri constituído por Clara Ferreira Alves, Pedro Mexia, Carlos Reis, Manuel Alberto Valente e Isabel Lucas  elegeu, a pedido da revista, os 12 melhores livros portugueses dos últimos 100 anos. O resultado foi este:
- O Delfim, de José Cardoso Pires
- Os Passos em Volta, de Herberto Helder
- Para Sempre, de Vergílio Ferreira
- Sinais de Fogo, de Jorge de Sena
- Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa 
- Mau Tempo no Canal, de Vitorino Nemésio
- O Ano da Morte de Ricardo Reis, de José Saramago
- Os Cus de Judas, de António Lobo Antunes
- A Grande Casa de Romarigães, de Aquilino Ribeiro
- A Sibila, de Agustina Bessa-Luís
- Finisterra, de Carlos de Oliveira
- Húmus, de Raul Brandão
Destes, há um que não li.
Se a lista fosse alargada para 15, acrescentaria:
- A Selva, de Ferreira de Castro
- Barranco de Cegos, de Alves Redol
- Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, de Mário de Carvalho.


2 comentários:

Ricardo António Alves disse...

Desses só não li o do Mário de Carvalho, que tenho há anos na estante a olhar para mim...

Manuel Nunes disse...

É assim, meu caro, há sempre alguns que nos escapam.