terça-feira, junho 23, 2020

BIBLIOTECAS bis

Estive hoje na BIBLIOTECA MUNICIPAL DE SINTRA - CASA MANTERO. Pelo menos aqui há leitores-estudantes nas salas, cada um na sua mesa e rigorosamente de máscara. Porém, o acesso às estantes está interdito, quem quiser retirar um livro terá de pedir aos funcionários de plantão. Trata-se de não pôr as mãos nos livros, as mesmas mãos que tocam nos tampos das mesas, nos braços das cadeiras, nas torneiras e portas das casas de banho. Expliquem a lógica da norma, é suposto que o gel desinfectante desinfecte, está disponível à entrada da biblioteca. As mesas estão agora numeradas, como nos restaurantes. Calhou-me a mesa 3, um número mágico. 
Fotos de 23-6-2020.

BIBLIOTECAS

PALÁCIO RIBAMAR, edifício do séc. XVIII, nele funciona o pólo de Algés da Biblioteca Municipal de Oeiras. A sala de leitura ocupa esse segundo piso, 9 varandins virados para o rio. Para uma área de, digamos, 600 m2, são covidadmitidas em leitura presencial apenas 4 pessoas. 
Melhor seria dizer aos leitores para não irem lá. 
Fotos tiradas ontem, 22-6-2020.

segunda-feira, junho 22, 2020

FOZ DO LIZANDRO

É rio, é mar, tudo do melhor. E com cumprimento das regras de segurança.
Tarde de domingo, 21-6-2020.


sábado, junho 20, 2020

"ESTE OBSCURO OBJECTO DO DESEJO", DE LUIS BUÑUEL

Ángela Molina (1955) e Carole Bouquet (1957), duas actrizes para o papel de Conchita, a perversa sevilhana que se torna objecto do obscuro desejo do protagonista (Fernando Rey). O filme é de 1977 e foi estreado em Portugal em 29 de Abril de 1981. Das duas meninas, uma é espanhola e a outra é francesa. Pondo duas actrizes a desempenharem alternadamente o mesmo papel, reforça-se o enigma e a duplicidade da personagem, um verdadeiro desastre psicológico para o cavalheiro de meia-idade avançada que ainda sonha com os trinados do amor juvenil. Vi ontem no NIMAS, este tinha-me escapado. 

quinta-feira, junho 18, 2020

"BELLE DE JOUR", DE LUIS BUÑUEL


Filme de 1967, só seria estreado em Portugal a 9 de Julho de 1974. 
Com Catherine Deneuve, musa de Buñuel, mas também de Polanski, Truffaut e outros realizadores. Belle de jour combina o real com o imaginário, a entrega com o abandono, as pulsões do amor com os grandes traumas subterrâneos que o inibem. Revi ontem no NIMAS: 1 hora e 40 minutos de puro cinema.

quarta-feira, junho 17, 2020

BIBLIOTECA NACIONAL

A foto - tirada esta tarde - não saiu bem, mas serve para mostrar que na Biblioteca Nacional estudantes e investigadores já se entregam ao seu labor na sala de leitura geral. Em frente, a notável tapeçaria de Guilherme Camarinha que não via desde Março. A biblioteca implementou um protocolo de segurança para a reabertura e o resultado está à vista, uma boa presença de leitores.  As bibliotecas municipais que atentem no caso porque salvo algumas honrosas excepções ainda não reabriram a leitura presencial e os leitores para requisitarem livros têm de os pedir de véspera, sendo atendidos em guichés colocados como barreiras nas portas da entrada. Ao trabalho, caros bibliotecários! Os trabalhadores das obras, dos centros comerciais, das fábricas, dos transportes públicos, etc. cumprem diariamente as suas funções laborais. Temos de voltar todos à vida normal. 

terça-feira, junho 16, 2020

EXPOSIÇÕES


"A Idade de Ouro do Mobiliário Francês", na Gulbenkian. São frequentes as referências a mobiliário na grande literatura do século XIX, daí o interesse em ver esta exposição. Nas fotos, a muitas vezes referida "secretária de cilindro", esta de Jean-Henri Riesener, feita em Paris no ano de 1773; uma cómoda de Antoine Criaerd, transição entre o estilo Regência e o Luís XV; e uma pequena secretária de senhora, conhecida pelo nome de "bonheur du jour", recriação pela Fundação Ricardo Espírito Santo Silva de uma obra do ebanista flamengo Roger Vandercruse (segunda metade do século XVIII). Enfim, para lá do abominável pandémico, político e social, ainda há por aí, é só procurar, umas tímidas centelhas de cultura.
=Fotos de domingo, 14-6-2020=