quarta-feira, julho 18, 2018

terça-feira, julho 17, 2018

RELEITURAS


Releitura da estupenda novela Adolescente Agrilhoado, de José Marmelo e Silva, versão de 1958 de Adolescente, narrativa publicada dez anos antes. Obra literária de cunho neo-realista, é portadora de uma densidade psicológica fora do comum. Numa escrita exemplar, o autor dá-nos nota do percurso de um adolescente entre a opressão sofrida num internato (seminário) e a difícil existência no seio da sua aldeia serrana. Em fundo, o trabalho do povo nas minas de volfrâmio e o cortejo de sofrimento e morte que lhe anda associado. A liberdade, o amor e os sonhos da juventude tragicamente contrariados por uma tríade de poderosos: proprietários, o prior e o mestre-escola.


domingo, julho 15, 2018

sábado, julho 14, 2018

INTERVALO

Esta tarde, no 4º piso da biblioteca Fábrica das Palavras, vendo passar uma embarcação tradicional do Tejo. 


sexta-feira, julho 13, 2018

INSTANTÂNEOS

12-7-2018
Pelo menos, deu para assistir ao ensaio da Sinfonia do Novo Mundo, de Dvorak. "Festival ao Largo", Orquestra Metropolitana de Lisboa.

quinta-feira, julho 12, 2018

JULIO, "A IMAGEM QUE DE TI COMPUS"

Livro da exposição de homenagem a JULIO (Júlio dos Reis Pereira) organizada em 2013 pelo CAM-Fundação Calouste Gulbenkian em colaboração com a Fundação Cupertino de Miranda. Edição belíssima com textos de Artur Santos Silva e Pedro Álvares Ribeiro, António Gonçalves e Patrícia Rosas, e Valter Hugo Mãe. Com reprodução das pinturas e dos desenhos expostos. A este artista ( JULIO como pintor e SAÚL DIAS como poeta) aplica-se bem a máxima de Simónides de Céos (séculos VI e V a. C.) citado por Plutarco: «A pintura é poesia muda e a poesia é pintura falante»; ou o sentido do verso 361 da Epistola aos Pisões, de Horácio: «Ut pictura poesis», isto é, «Como a pintura é a poesia».