
Por mim, já aderi. Nas mercearias do tal Alexandre, nem uma caixa de fósforos!
O Rei Mago é que não diz nada. Nem o Álvaro. Nem o Primeiro. Tanto têm defendido a emigração das pessoas, como podem estar agora contra a emigração das empresas?
Quando se pagavam os versos a peso de ouro por Augusto César, que sabe Deus se seria, ou não seria, era porque era um só Virgílio o que poetizava; mas hoje que se comutaram a poetas todas as sete pragas do Egipto, quem quereis vós que os farte, quanto mais que os enriqueça? --- D. Francisco Manuel de Melo, "Hospital das Letras".
2 comentários:
Meu caro amigo,
Não quero ser do contra, mas considero útil juntar mais uns factos económicos objectivos:
1. Uma empresa portuguesa que quer crescer e internacionalizar-se não tem bancos em Portugal que financiem estas operações.
2. São várias as empresas que já o fizeram, e não são citadas.
3. Regra de ouro: o que não cresce, desaparece. As empresas (entre elas os bancos) que não crescem neste momento actual são rapidamente objecto de compra de outras mais fortes (e estrangeiras).
Fico por aqui.
Como sabe, Minha Cara Amiga, não é neste tabuleiro que se movimentam as pedras do meu xadrez. Portanto, tanto a excelência da operação (com a racionalidade económica que exalta),como a patética sugestão do rapazinho da foto, só conseguem causar-me um misto de náusea e divertimento.Quero lá saber que vão para a Holanda ou para as Ilhas Caimão. O que me dá mais vontade de rir é que este grande patrão da internacionalização ainda há poucos meses chamava mentiroso e desonesto àquele governante que está a estudar Filosofia em Paris e era visto como uma reserva moral do país ao lado de figuras com António Barreto, Mário Soares e quejandos. (Vejam-se as entrevistas da Fátima Campos Ferreira na RTP1).
Não se dê à maçada de explicações económicas, que eu cada vez mais faço por esquecer tudo isso.
Quero lá saber de regras de ouro! O único ouro e valores que respeito são os que não estão cotados em bolsa.
Pensei que me topava.(lol)
Enviar um comentário