sábado, março 20, 2021
quarta-feira, março 17, 2021
DÉJÀ LU
segunda-feira, março 15, 2021
A CONTA-GOTAS
DRAMA EM GENTE
domingo, março 14, 2021
DE OLHOS ABERTOS
sábado, março 13, 2021
quarta-feira, março 10, 2021
"PASSAGEIROS" ( 2016), DE MORTEN TYLDUM
terça-feira, março 09, 2021
A MEMÓRIA, SENHORES
segunda-feira, março 08, 2021
8 DE MARÇO
Senhor António:
O senhor nunca há-de ver esta carta, nem eu a hei-de ver segunda vez
porque estou tuberculosa, mas eu quero escrever-lhe ainda que o senhor o não
saiba, porque se não escrevo abafo.
Eu tenho dúvidas que Maria José seja um heterónimo, mas no acervo do “Arquivo Pessoa - Obra Édita” é assim que aparece. Aceitemo-lo então. E vivam as mulheres, a Maria José e o Dia Internacional da Mulher!
sábado, março 06, 2021
quinta-feira, março 04, 2021
PINACOTECA
quarta-feira, março 03, 2021
OS TRABALHOS E OS DIAS bis
OS TRABALHOS E OS DIAS
terça-feira, março 02, 2021
RAFAEL BORDALO PINHEIRO, A QUARENTENA
COUPELLES TAUROMACHIQUES
Vieram-me hoje à memória ao ler o poema de INÊS lOURENÇO:
TAURUS
(O Jogo das Comparações, Companhia das Ilhas, 2016)
domingo, fevereiro 28, 2021
sexta-feira, fevereiro 26, 2021
SOPHIA bis
A CONQUISTA DE CACELA
quinta-feira, fevereiro 25, 2021
SOPHIA
Tantas vezes já tive o poema nos olhos e no pensamento. Hoje surgiu-me de modo diferente. Palavras-chave: raça, labirinto, fio, palavra.
GRANDE PLANO
quarta-feira, fevereiro 24, 2021
EÇA, AS INTERWIEWS E AS ENTREVISTAS
Em Ecos
de Paris, há um artigo de Eça com o seguinte título: AS “INTERVIEWS” — O REI HUMBERTO E O FÍGARO — A
MONARQUIA ITALIANA — O QUE PODE DIZER UM SOBERANO A UM JORNALISTA — A
SINCERIDADE E O OPTIMISMO OFICIAL.
Eça vai ocupar-se da entrevista ao rei Humberto de Itália,
mas antes tece algumas considerações de ordem política,
jornalística e linguística.
Começa por dizer:
«Apesar desta
democracia crescente que tudo vulgariza, ou antes (sejamos prudentes), que tudo
igualiza, nem cada dia um jornalista consegue interviewar um rei.»
Para logo acrescentar:
«Este vocábulo interviewar é
horrendo, e tem uma fisionomia tão grosseira e tão intrusivamente ianque, como
o deselegante abuso que exprime. O verbo entrevistar, forjado com o
nosso substantivo entrevista, seria mais tolerável, de um tom
mais suave e polido. Entrevista, de resto, é um antigo termo
português, um termo técnico de alfaiate, que significa aquele bocado de estofo
muito vistoso, ordinariamente escarlate ou amarelo, que surdia por entre os
abertos nos velhos gibões golpeados dos séculos XVI e XVII. Termo excelente
portanto para designar um acto em que as opiniões tufam, rebentam para fora,
por entre as fendas da natural reserva, em cores efusivas e berrantes.
Mas entrevistar tem um não sei quê de sorrateiro que desagrada
– e só alguém com muita autoridade e muita audácia o poderia impor. Interviewar, ao
menos, é bruto mas franco. Temos pois de empregar resignadamente este feio
americanismo – já que os nossos idiomas neolatinos não estão preparados, na sua
nobre pobreza, a acompanhar todas as ruidosas intervenções do engenho
anglo-saxónio.»
Assim, Eça foi pioneiro no uso do termo “entrevista” com o
significado que actualmente lhe damos. E tendo despertado a minha curiosidade
com aquela alusão aos gibões dos séculos XVI e XVII, fui ver ao Dicionário
Houassis: 1º significado de “entrevista”: «VEST
peça de tecido vistoso colocado entre o forro e o pano do vestido para aparecer
através deste ou de aberturas nele praticadas». Bate certo, decididamente não
percebo nada de corte e costura.
terça-feira, fevereiro 23, 2021
4 DA MATINA, A VER O MENTALISTA
segunda-feira, fevereiro 22, 2021
EUROPA
domingo, fevereiro 21, 2021
CARANGUEJOLA
[OS VELHOS SÃO MANHOSOS]
sábado, fevereiro 20, 2021
GRANDE PLANO
quinta-feira, fevereiro 18, 2021
COLONIZADOR E COLONIZADO EM "A TEMPESTADE", DE WILLIAM SHAKESPEARE
quarta-feira, fevereiro 17, 2021
BESTIÁRIO DAS ALMAS
terça-feira, fevereiro 16, 2021
CARNAVAL COM LETRAS
domingo, fevereiro 14, 2021
O PODER DA NARRATIVA
quarta-feira, fevereiro 10, 2021
PINACOTECA
terça-feira, fevereiro 09, 2021
DIÁRIO ÍNTIMO
Anoto no diário a aquisição deste conhecimento incomum, ilustrado com a pintura de Habib Allah (fins do século XVI-princípios do século XVII) sobre o poema A Conferência dos Pássaros, de Farid Ud-din Attar (século XII), uma procura, dentro da tradição sufi, da noção mística de Deus.











































