sábado, julho 24, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (13)
quinta-feira, julho 22, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (12)
quarta-feira, julho 21, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (11)
terça-feira, julho 20, 2021
sexta-feira, julho 16, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (9)
quinta-feira, julho 15, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (8)
terça-feira, julho 13, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (7)
domingo, julho 11, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (6)
sábado, julho 10, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (5)
quinta-feira, julho 08, 2021
terça-feira, julho 06, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (3)
domingo, julho 04, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (2)
sábado, julho 03, 2021
DIÁRIO DO TEMPO DE VERÃO (1)
Já houve quem dissesse serem os diários o grau zero da escrita, e também que não são sinceros. Assim, quem se dispuser a passar os olhos por estas linhas já sabe ao que vem.
Feito este preâmbulo, digo que o Verão está a começar da melhor maneira.
Sexta-feira em Escaroupim (Salvaterra de Magos) à procura de vestígios da tradição avieira à beira de valas e mouchões do Tejo. E também a fruir a gastronomia local.
sábado, junho 12, 2021
MEU CARO MOEDAS,
terça-feira, maio 25, 2021
PINACOTECA
SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL, 11: Betsabeia, esposa do guerreiro Urias, é requestada pelo rei David que do terraço do seu palácio a vira no banho. Durante a ausência do esposo, David chama-a ao palácio, tem relações com ela e engravida-a. Depois, não contente, arranjou forma de Urias ser morto pelos inimigos durante o cerco de uma cidade. Diz-se em 11:26-27: «A mulher de Urias soube que o marido tinha morrido e ficou de luto. Quando terminou o luto, David mandou buscá-la e recolheu-a no seu palácio. David tomou-a como esposa, e ela deu à luz um filho. Javé, porém, reprovou o que David tinha feito.»
segunda-feira, maio 24, 2021
AZULEJARIA
sábado, maio 22, 2021
GRANDE PLANO
sábado, maio 15, 2021
segunda-feira, maio 10, 2021
PINACOTECA
domingo, maio 09, 2021
quinta-feira, abril 29, 2021
AQUELE ERA O TEMPO
terça-feira, abril 27, 2021
PINACOTECA
segunda-feira, abril 26, 2021
PASSAGEIRO CLANDESTINO
sexta-feira, abril 16, 2021
SABRINA, BIANCA E JÚLIA
quarta-feira, abril 14, 2021
GRANDE PLANO
domingo, abril 11, 2021
ALVES REDOL
quinta-feira, abril 08, 2021
GRANDE PLANO
terça-feira, abril 06, 2021
ANTÓNIO DE NAVARRO (1902-1980) - "BACANAL", O STROPHION DA BACANTE DESPIDA, LUXÚRIAS, SONOLÊNCIAS DE ÓPIO...
sábado, abril 03, 2021
quinta-feira, abril 01, 2021
quarta-feira, março 31, 2021
PINACOTECA
segunda-feira, março 29, 2021
GRANDE PLANO
domingo, março 28, 2021
sexta-feira, março 26, 2021
NÃO SE MEXAM, NO MÍNIMO 200 EUROS DE MULTA...
terça-feira, março 23, 2021
TO FLIRT
CAP. XLIV de Viagens na Minha Terra, de Almeida Garrett
Da longa carta de Carlos a Joaninha, Évora Monte, Maio de 1834
(…)
Eu flartava, nós flartávamos, elas flartavam...
E não há mais doce nem mais suave entretenimento de espírito do que o flartar com uma elegante e graciosa menina inglesa; com duas é prazer angélico, e com três é divino.
Para quem nasceu naquilo, não é perigoso; para mim degenerou, breve, aquela plácida sensação em mais profundo sentimento. Veio a admiração primeiro. E como as eu admirava todas três as minhas gentis fascinadoras!
E elas conheciam-no, riam, folgavam e estavam encantadas de me encantar. Fizeram nascer os desejos!
Julguei-me perdido, e quis fugir. Não me deixaram e zombaram de mim, da ardência do meu sangue espanhol, da veemência das minhas sensações... Em breve eu amava perdidamente uma delas — queria muito às outras duas; mas amar, amar deveras, de alma cuidava eu, de coração ia jurá-lo, era a segunda — Laura, a mais gentil, mais nobre, mais elegante e radiosa figura de mulher que creio que Deus moldasse numa hora de verdadeiro amor de artista que se dignou tomar por esse pouco de greda que tinha nas mãos ao formá-la.
Ele flartava, mas depois é que as coisas se complicaram... Sobre o flirt, já disse o obscuro predicador deste blogue : «é como uma laranja doce e amarga às vezes». Para que se saiba.
segunda-feira, março 22, 2021
PARNASO EM OEIRAS
Esta tarde, fui ver a Florbela ao
Parque dos Poetas. Disse-me aquele soneto cuja primeira estrofe é:
És tu! És tu! Sempre vieste, enfim!
Oiço de novo o riso dos teus passos!
És tu que eu vejo a estender-me os braços
Que Deus criou para abraçar-me a mim!
E a última:
Tudo o que é chama a arder, tudo o que sente,
Tudo o que é vida e vibra eternamente
É tu seres meu, Amor, e eu ser tua!
Gostei muito.



















































